Tu...
Hoje percebi que, poucas vezes bem e muitas vezes mal, fizeste de mim uma mulher!
Contigo aprendi a reagir sobre pressão, aprendi a não barafustar com a desilusão, a não desatar a gritar e a chorar quando alguém falha a tão preciosa confiança que lhe deposito!
Hoje percebi no quanto estou diferente, e no quanto calmamente consigo raciocinar comigo própria sem os exageros característicos de uma fúria que tantas vezes me atacava!
Deves ter gasto todos os meus poros... porque deles já não sai a minha raiva ou frustração.
E sabes que mais? É muito mais fácil falar comigo mesma do que discutir com alguém que não me ouve.
E ainda bem que não foi assim contigo, se não não teria percebido que nem sempre barafustar é o melhor remédio: de tantas vezes que gritei sem me ouvires, que te falei sem me responderes, de tantas vezes que chorei sem limpares as minhas lágrimas percebi que as energias gastas inutilmente, devem ser trocadas por longas conversas comigo própria.
Não é só a minha inspiração que alimentas... foste importante por tudo o que me ensinas-te! A mal, mas ensinas-te!
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